A prova teve em torno de 50km de percurso divididos nas modalidades de mountain biking, remo, natação, trekking e orientação por carta topográfica, e recebeu atletas
do Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e até de São Paulo, contemplado pela ilustre participação do atleta Rafael Campos, da equipe Quasar Lontra, campeão mundial de corrida de aventura SOLO. O atleta, além de competir, enriqueceu o evento com uma palestra dada na noite da sexta-feira anterior a prova, no auditório da Herbalife Natal, onde relatou sua experiência na maior corrida de aventura solo já realizada no mundo e abriu espaço para dúvidas e questionamentos dos participantes. A palestra atraiu muitos praticantes de corrida de aventura, participantes ou não de provas solo, movimentando a comunidade de corrida de aventura do estado que agradeceu ao empenho dos promotores do evento a SOS Tabatinga e a Expedição Caminhos do Sol, pela brilhante iniciativa e organização.
Com largada programada para o sábado de manhã e entrega de mapas na mesma manhã da prova, os competidores se preocuparam em levantar cedo e chegar logo ao município de Nísia Floresta, local aonde a competição fora realizada, para concluir os últimos procedimentos de checagem de material e preparação de equipamentos para a prova e dessa forma antecipar o acesso ao mapa, pensando no tempo gasto para estudo de rotas e definição de estratégia, principalmente porque muitos estavam experienciando a posição de navegador pela primeira vez. Para a atleta Gilmara Gomes, representando a BikeSport/Skill-idiomas não foi diferente. Componente da equipe Tapuia, que conta com alguns dos maiores navegadores do estado, a atleta, embora já tivesse noções básicas de navegação, ainda não havia estado em situação de responsável pela tomada de decisão e estratégia em uma prova. Afinal, esta foi a primeira edição de uma prova de corrida de aventura SOLO no estado e também a primeira participação da atleta em competições com este formato.
No estudo do mapa os atletas observaram a existência de 3 PCs extras, descritos em letras, pelos quais os atletas não eram obrigados a passar, mas estes favoreceriam os atletas com um bônus de tempo descontado na chegada, de 40 minutos para cada letra. E como todo benefício tem um preço, estes PCs opcionais representavam o trecho de navegação mais técnica e avançada do percurso, deixando sobre a decisão dos atletas escolher sua estratégia mais adequada. A largada foi dada na praça central do município de Nísia Floresta, as 9:30 da manhã, reunindo mais de 100 atletas distribuídos nas categorias SOLO, dupla e cross-country, conquistando até a participação de atletas locais, que agora começam a descobrir e se envolver com o esporte.
A atleta Gilmara Gomes, que contava apenas com o mapa entregue pela organização, bússola e pouca experiência em navegação, optou por não atacar os PCs opcionais, fazendo assim uma prova mais consciente e planejada, e precisou de muita força para garantir uma boa colocação frente às demais competidoras que optaram por buscar os PCs opcionais conquistando as bonificações de tempo.
“Fiz uma prova muito concentrada, pois estava consciente de que apesar de não ter nenhum adversário no campo visual, estava competindo contra o tempo. É difícil ter uma referencia de quanto é preciso acelerar ou poupar quando não se tem informações da situação dos outros competidores.”
Diz a atleta que em muitos momentos da prova foi a primeira a chegar até os PCs.
Já para o atleta Rafael Campos, que liderou o grupo masculino quase toda a prova, a posição estava definida muito antes da chegada, quando o atleta, mesmo após a investida nos PCs opcionais, ultrapassou todos os demais participantes, cruzando a linha de chegada em primeiro lugar absoluto, após aproximadamente 4horas e 30 minutos de competição, seguido pelo atleta Leonardo Nóbrega e a atleta Gilmara Gomes, 15 minutos depois.
Na colocação final, as mais de 2 horas que a atleta Gilmara colocou de diferença até a terceira competidora chegar, confirmou o sucesso de sua arriscada estratégia, fazendo com que os 80 minutos de bônus da atleta gaúcha campeã de triathlon Taritza Puggina (em segundo) da equipe Carbono Zero, e os 120 minutos da atleta recifense Juliana Bezerra (em terceiro), não fossem suficientes para ultrapassá-la, por questão de poucos minutos. A atleta venceu sua categoria, obtendo a 5ª colocação geral.
No masculino, Rafael Campos terminou com a incontestável primeira colocação, seguido do Cap.Fregni da equipe Tapuia-BikeSport que chegou em 3º geral obtendo melhor colocação após desconto do tempo de bônus, e do atleta Renato Gurgel novamente da equipe Carbono Zero, que chegou em 5º geral mas avançou duas posições após desconto de bonificações dos PCs opcionais.
do Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e até de São Paulo, contemplado pela ilustre participação do atleta Rafael Campos, da equipe Quasar Lontra, campeão mundial de corrida de aventura SOLO. O atleta, além de competir, enriqueceu o evento com uma palestra dada na noite da sexta-feira anterior a prova, no auditório da Herbalife Natal, onde relatou sua experiência na maior corrida de aventura solo já realizada no mundo e abriu espaço para dúvidas e questionamentos dos participantes. A palestra atraiu muitos praticantes de corrida de aventura, participantes ou não de provas solo, movimentando a comunidade de corrida de aventura do estado que agradeceu ao empenho dos promotores do evento a SOS Tabatinga e a Expedição Caminhos do Sol, pela brilhante iniciativa e organização.Com largada programada para o sábado de manhã e entrega de mapas na mesma manhã da prova, os competidores se preocuparam em levantar cedo e chegar logo ao município de Nísia Floresta, local aonde a competição fora realizada, para concluir os últimos procedimentos de checagem de material e preparação de equipamentos para a prova e dessa forma antecipar o acesso ao mapa, pensando no tempo gasto para estudo de rotas e definição de estratégia, principalmente porque muitos estavam experienciando a posição de navegador pela primeira vez. Para a atleta Gilmara Gomes, representando a BikeSport/Skill-idiomas não foi diferente. Componente da equipe Tapuia, que conta com alguns dos maiores navegadores do estado, a atleta, embora já tivesse noções básicas de navegação, ainda não havia estado em situação de responsável pela tomada de decisão e estratégia em uma prova. Afinal, esta foi a primeira edição de uma prova de corrida de aventura SOLO no estado e também a primeira participação da atleta em competições com este formato.
No estudo do mapa os atletas observaram a existência de 3 PCs extras, descritos em letras, pelos quais os atletas não eram obrigados a passar, mas estes favoreceriam os atletas com um bônus de tempo descontado na chegada, de 40 minutos para cada letra. E como todo benefício tem um preço, estes PCs opcionais representavam o trecho de navegação mais técnica e avançada do percurso, deixando sobre a decisão dos atletas escolher sua estratégia mais adequada. A largada foi dada na praça central do município de Nísia Floresta, as 9:30 da manhã, reunindo mais de 100 atletas distribuídos nas categorias SOLO, dupla e cross-country, conquistando até a participação de atletas locais, que agora começam a descobrir e se envolver com o esporte.
A atleta Gilmara Gomes, que contava apenas com o mapa entregue pela organização, bússola e pouca experiência em navegação, optou por não atacar os PCs opcionais, fazendo assim uma prova mais consciente e planejada, e precisou de muita força para garantir uma boa colocação frente às demais competidoras que optaram por buscar os PCs opcionais conquistando as bonificações de tempo.“Fiz uma prova muito concentrada, pois estava consciente de que apesar de não ter nenhum adversário no campo visual, estava competindo contra o tempo. É difícil ter uma referencia de quanto é preciso acelerar ou poupar quando não se tem informações da situação dos outros competidores.”
Diz a atleta que em muitos momentos da prova foi a primeira a chegar até os PCs.
Já para o atleta Rafael Campos, que liderou o grupo masculino quase toda a prova, a posição estava definida muito antes da chegada, quando o atleta, mesmo após a investida nos PCs opcionais, ultrapassou todos os demais participantes, cruzando a linha de chegada em primeiro lugar absoluto, após aproximadamente 4horas e 30 minutos de competição, seguido pelo atleta Leonardo Nóbrega e a atleta Gilmara Gomes, 15 minutos depois.Na colocação final, as mais de 2 horas que a atleta Gilmara colocou de diferença até a terceira competidora chegar, confirmou o sucesso de sua arriscada estratégia, fazendo com que os 80 minutos de bônus da atleta gaúcha campeã de triathlon Taritza Puggina (em segundo) da equipe Carbono Zero, e os 120 minutos da atleta recifense Juliana Bezerra (em terceiro), não fossem suficientes para ultrapassá-la, por questão de poucos minutos. A atleta venceu sua categoria, obtendo a 5ª colocação geral.
No masculino, Rafael Campos terminou com a incontestável primeira colocação, seguido do Cap.Fregni da equipe Tapuia-BikeSport que chegou em 3º geral obtendo melhor colocação após desconto do tempo de bônus, e do atleta Renato Gurgel novamente da equipe Carbono Zero, que chegou em 5º geral mas avançou duas posições após desconto de bonificações dos PCs opcionais.
"resgatados"

O atleta premiado fala em entrevista exclusiva para o site:
Aventura e Saúde – O que você achou do nível dos atletas do RN em relação ao que você conhece de Brasil? O você diria de seu potencial?
Rafa – “Os atletas daqui são muito bons. Têm muito potencial para competir esse tipo de prova em outras regiões do Brasil. Acontece semelhante ao sudeste, toda prova tem atletas iniciantes e também aqueles que são muito fortes fisicamente, onde basicamente a experiência e a estratégia definem o resultado.”
Aventura e Saúde - Foi fácil?
Rafa – Não, não foi. Claro que não. Eu competi normal, como faço em todas as provas. O Renato, por exemplo, teve problemas com a mochila, que fiquei sabendo depois, então percebi que poderia ter sido surpreendido. O próprio Fernando não aliviou em nenhum momento. Eu consegui ultrapassa-lo depois da metade da prova e mesmo assim tive que imprimir um ritmo forte até o final, mesmo no ultimo trecho de bike até a chegada. Sabia que qualquer imprevisto seria o suficiente pra que ele pudesse me alcançar. Não consegui abrir muita diferença.
Aventura e Saúde - Você apontaria alguma diferença notável na forma como a corrida de aventura acontece aqui no estado, em relação ao Sudeste?
Rafa - Olha, não tem muita diferença. Eu compararia esta prova com os “Camps”, que se assemelham a ela em distância e estrutura. Mas nesta teve muitas transições, acho que umas nove, o que foi atípico mas acrescentou um pouco mais de dinâmica na prova e mesmo possibilidade de aperfeiçoamento de estratégia. Treinar transição, por exemplo.
Aventura e Saúde – Manda um recado para os iniciantes nesta modalidade de corrida de aventura aqui do estado.
Rafa - Este tipo de modalidade está começando aqui ainda né, então meu recado é que aproveitem a oportunidade, valorizem essa iniciativa, mantenham o evento, participem. Pois esse tipo de modalidade ajuda o corredor de aventura à crescer e evoluir enquanto atleta, até para melhorar o seu desempenho enquanto equipe.
A premiação foi feita na mesma praça central de Nísia Floresta, local também da chegada, por volta das 18 horas de sábado, com presença e cobertura de mídia de TV, websites e fotografia.
Rafa – “Os atletas daqui são muito bons. Têm muito potencial para competir esse tipo de prova em outras regiões do Brasil. Acontece semelhante ao sudeste, toda prova tem atletas iniciantes e também aqueles que são muito fortes fisicamente, onde basicamente a experiência e a estratégia definem o resultado.”
Aventura e Saúde - Foi fácil?
Rafa – Não, não foi. Claro que não. Eu competi normal, como faço em todas as provas. O Renato, por exemplo, teve problemas com a mochila, que fiquei sabendo depois, então percebi que poderia ter sido surpreendido. O próprio Fernando não aliviou em nenhum momento. Eu consegui ultrapassa-lo depois da metade da prova e mesmo assim tive que imprimir um ritmo forte até o final, mesmo no ultimo trecho de bike até a chegada. Sabia que qualquer imprevisto seria o suficiente pra que ele pudesse me alcançar. Não consegui abrir muita diferença.
Aventura e Saúde - Você apontaria alguma diferença notável na forma como a corrida de aventura acontece aqui no estado, em relação ao Sudeste?
Rafa - Olha, não tem muita diferença. Eu compararia esta prova com os “Camps”, que se assemelham a ela em distância e estrutura. Mas nesta teve muitas transições, acho que umas nove, o que foi atípico mas acrescentou um pouco mais de dinâmica na prova e mesmo possibilidade de aperfeiçoamento de estratégia. Treinar transição, por exemplo.
Aventura e Saúde – Manda um recado para os iniciantes nesta modalidade de corrida de aventura aqui do estado.
Rafa - Este tipo de modalidade está começando aqui ainda né, então meu recado é que aproveitem a oportunidade, valorizem essa iniciativa, mantenham o evento, participem. Pois esse tipo de modalidade ajuda o corredor de aventura à crescer e evoluir enquanto atleta, até para melhorar o seu desempenho enquanto equipe.
A premiação foi feita na mesma praça central de Nísia Floresta, local também da chegada, por volta das 18 horas de sábado, com presença e cobertura de mídia de TV, websites e fotografia.
A Aventura e Saúde agradece ao atleta Rafael Campos, campeão mundial de corrida de aventura solo, capitão da equipe paulista Quasar Lontra, pela sua disponibilidade e simpatia!
Bons treinos!
Se você quer saber mais do que rolou no Desafio das Águas – primeira corrida de aventura SOLO do Rio Grande do Norte acesse o:
http://www.desafiodasaguas.com/
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