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Pratique YOGA!


Artigos traduzidos
Divisão de Reumatologia - Escola de Medicina da Universidade da Pennsylvania – Philadelphia
A Yoga, assim como técnicas de relaxamento, tem sido tradicionalmente usadas como praticas alternativas para a recuperação de sindromes musculoesqueléticas.Em estudo realizado pela Division of Rhelmatology (1994), com o objetivo de avaliar os efeitos da Yoga no tratamento de pacientes com osteoartitre nas mãos, pacientes portadores da patologia foram aleatóriamente submetidos às técnicas da Yoga como tratamento, ou a nenhuma terapia, constituindo um grupo experimental e o grupo controle. As técnicas oriundas do Yoga foram aplicadas uma vez por semana durante oito semanas. As variáveis observadas foram a dor, força, motimento, flexibilidade, circunferência e funcionalidade da mão através do questionário de avaliação de Standford.
Os resultados mostraram que os pacientes submetidos às técnicas da Yoga apresentaram melhoras significantes frente ao grupo controle, no que diz respeito à dor, flexibilidade e escala de movimento dos dedos, concluindo que o tratamento oriundo do Yoga é eficaz para o alívio da osteoartrite de mãos.

Artigo original

domingo, 28 de setembro de 2008

Lançamento do novo site da APCA.

A Motorola SOS Mata Atlântica esteve presente para prestigiar o lançamento do novo site da Associação Paulista de Corrida de Corrida de Aventura que aconteceu nesta ultima quarta-feira, no Restaurante Podium. Também estavam presentes o ilustre Alexandre Freitas (precursor da Corrida de Aventura do Brasil) e grandes colaboradores do esporte como Julio Pierone, Rafael Campos, Sergio Zolino, entre outros...


Além da regulamentação de novas diretrizes para a corrida de aventura dispostas em um site agora mais interativo e completo, a festa foi ilustrada pelo show Murilo Lima, (ex-vocalista do Capital Inicial), sorteio de brindes e inscrições grátis em provas do circuito.



Saiba de tudo pelo http://www.apca.esp.br/!

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

A vida, a corrida.


Então, este e-mail é direcionado para aqueles que, como eu, praticam corrida de aventura (ou esportes de forma geral), aqueles que um dia já suaram a camisa só por prazer, aqueles que já suaram até o pulmão pelo alcance de algo mais imediato, para aqueles que um dia compraram um equipamento mais caro que o salário, sem ter certeza de que valeria à pena, aqueles que continuaram comprando equipamentos muito mais caros que o salário só que com bastante certeza de que valem à pena, para aqueles que já se meteram em “roubadas” e souberam lidar com a situação (afinal, é a única saída), para os que prestaram ajuda à um companheiro que precisou e não falou, àqueles que foram ajudados. Este e-mail vai para aqueles que fazem Corrida de Aventura e que não. Para aqueles que correm a aventura da vida!

Eu me encontrei na Corrida de Aventura quando descobri que para tudo, e para cada situação que ela propõe há uma associação inconsciente acontecendo à nível de córtex cerebral mesmo, acumulando conhecimento pra vida real, a vida. Não é preciso muito tempo para perceber que a CA é desafiadora, é dinâmica, é multidisciplinar, é motivante, é dura, é cruel, é impiedosa, é asfixiante. Pobre daqueles que nunca ousaram experimentá-la. Ela é capaz de te tirar do seu próprio casulo.

Tenho uma teoria filosófica de vida, mas por hora melhor dizer que há duas coisas que eu sempre defendi e priorizei: 1 – crescer. Sou viciada em crescer e demando qualquer sacrifício em função disto. Em todos os aspectos, âmbitos e esferas. Cada ser é uma porção de um universo regido enquanto cosmos, crescer é infinito; 2 – Amar a família. Ela é tudo, é o começo, o fim, é a condição do meio. É o amigo incondicional. É o tudo. São aqueles, apenas eles, para quem você sempre terá significância.

Sair do seu ambiente promove muitas mudanças, de fora pra dentro (as melhores), e de dentro pra fora (as que prefiro tentar evitar). Largar uma cidade cuja quantidade total de automóveis é equivalente à que vejo no caminho de bike até o treino todos os dias certamente assusta, mas cada acontecimento tem uma razão, e cada situação tem um aprendizado, bem como, cada coração bom tem um amigo. Nesta hora preciso comentar a minha teoria, você tem que fazer sempre o bem, sempre o seu melhor, e sempre ser feliz. VOCÊ tem que fazer isso! Não vai vir das coisas ou das pessoas (como diria o Dalai Lama). Assim pessoas boas e coisas boas estarão ocasionalmente à sua volta. Não é que seja fácil, todo mundo tem momentos ou situações tristes e inseguras, mas quem falou que o segredo da vida é fácil?!
É fascinante parar pra refletir e pensar no TODO estando inserido nele.

Eu saí de Natal, do ambiente, do casulo, para uma cidade com 11 vezes a mais no número de habitantes, numa segunda feira fria de julho, pra aprender canoagem, na raia olímpica do maior campus universitário do país, numa embarcação que mais me fazia nadar do que remar (em águas de 16 graus de temperatura). Eu vim pra treinar sim, vim pra me esforçar e fazer parte de algo maior, crescer. E novamente lembro da filosofia, pois certas coisas não teriam acontecido tão logo não fossem algumas pessoas como minha mãe (que sempre segurou minha onda pra que eu pudesse planejar 10 coisas e conseguir executar ao menos 5 ao mesmo tempo, quando deveria fazer de uma em uma), o Zé Pupo, que confiou em mim de forma inexplicável e ao mesmo tempo compreensível (dada a referida teoria). Ele me convidou, me trouxe, me ensinou, me ouviu, me criticou, elogiou, segurou minha mão, deu a volta inteira na raia correndo atrás de mim, e acompanhando meus primeiros caldos! E também o meu pai, que sempre foi, discreta mas verdadeiramente um exemplo de caráter, lucidez, serenidade e inteligência. Eu teria uma lista enorme pra agradecer se este fosse o momento, mas quero, além de acalmar o coração daqueles que me mandam mensagens preocupadas, dizer que o maior aprendizado de todos é que as coisas, os espaços, os recursos, os ambientes podem ser diferentes, mas as pessoas são iguais. O funcionamento das pessoas como sociedade, comunidade, com seus méritos e suas mazelas, é igual. Quando se sai da toca, você pode se “reinventar”, e isso é fácil! O difícil é continuar você mesmo sempre, é manter-se focado nisso e fazer isso funcionar, tendo partido de um novo zero.

Estou andando do lado de um sonho que ainda não posso tocar, mas ele me guia. É preciso se esforçar, é preciso treinar e treinar muito (quando achar que ta bom, ainda precisa mais!), é preciso estudar, é preciso acreditar, é preciso lutar, é preciso ser forte. Como diria o Dr. Barbati: “É cheio de “é preciso”, mas nada que o esforço e a determinação não possam superar”.
A corrida de aventura da vida é assim, a própria manifestação do termo DESAFIO. Cada prova tem um cenário, cada modalidade uma situação, cada estratégia um ambiente, cada adversário uma competição, cada parceiro um amigo, cada dor uma superação, cada medo um aprendizado.

Contudo, quero dizer que você pode fazer o que quiser! Você pode fazer TUDO. Qualquer um pode! Esta é uma verdade absoluta que os determinados já comprovaram. Mas ninguém pode fazer nada sozinho. Esta é uma outra verdade ainda mais antiga. E neste trecho preciso aproveitar para agradecer à uma grande pessoa que me adotou como irmã mais nova e me deu, além de abrigo e motivação, muito exemplo e segurança de poder contar chamada Fá. E também outra pessoa com quem compartilhei os raros momentos de vida “normal” que tive aqui até agora (ver tv na sala, num lar, hospital, bate papo na calçada)... Que me trouxeram muitas saudades de casa...

Aos que tiveram paciência e perseverança de ler, obrigada! É apenas um relato subjetivo deste momento, e um recado para aqueles que lhe achar que serve. Mantenham a fé, sempre!
Gilmara Gomes
Tapuia - RN
Motorola SOS Mata Atlântica

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